APLB Feira abre Jornada de Luta com presença de Adilson Araújo  

APLB Feira abre Jornada de Luta com presença de Adilson Araújo  

Geral 15/02/2025 Escrito por:

Na quinta-feira (13), a APLB de Feira de Santana realizou a abertura da Jornada de Luta 2025, debatendo ações para a defesa da educação pública e a conjuntura atual. Com o tema “Educação Insurgente e a Luta por Direitos: Resistir e Reexistir em Tempos de Crise”, o evento contou com as presenças do presidente nacional da CTB, Adilson Araújo, e do coordenador geral da APLB Sindicato, Rui Oliveira. O encontro teve ainda a presença da escritora Carla Akotirene e finalizou com a assembleia da rede municipal.

"É mais um evento para mobilizar a categoria, refletir sobre os desafios e definir nossas ações. Só agradecer aos trabalhadores e às trabalhadoras em Educação, das redes estadual e municipal, que participaram da nossa Jornada de Luta. É um evento construído para os que acreditam que a educação é uma ferramenta de transformação", destacou a professora Marlede Oliveira, coordenadora da APLB Feira de Santana.


 
O presidente nacional da CTB, Adilson Araújo, destacou o empenho dos dirigentes e sindicatos na construção da Central. "Em pouco tempo de criada, a CTB se tornou a segunda maior central sindical do País, com o trabalho importante dos nossos dirigentes em todo o Brasil. Nos consolidamos como uma Central democrática, plural, classista e internacionalista. Estamos organizados em todos os estados e nas principais categorias. Os professores e os profissionais da Educação são parte importante desse alicerce da CTB na construção do seu projeto no movimento sindical brasileiro", afirmou o dirigente, que depois abordou o momento político atual e os desafios do sindicalismo.

Em sua saudação, Rui Oliveira reforçou o momento difícil para a luta popular. "Estamos atuando em um cenário complexo, com a onda da extrema-direita no mundo, que repercute em todos os lugares. O Brasil não é uma ilha e as eleições municipais mostraram muitas vitórias dos partidos de oposição ao governo Lula. Isso exige ainda mais lutas dos sindicatos e dos movimentos sociais", destacou.

com informações da APLB Feira