Uma das lutas importantes desenvolvida pela APLB-Sindicato, na capital e no interior, é contra o fechamento de escolas estaduais e municipais. A entidade emitiu nota repudiando essa linha do governo estadual e de prefeituras. Em Feira de Santana, a APLB Feira teve apoio dos estudantes e de pais e mães no ato pela permanência do Ensino Fundamental II no Colégio Georgina Soares Nascimento.
O protesto mobilizou moradores do Feira VII, Sítio Matias, Parque da Cidade, 35 BI, Terra Dura e regiões. "Feira tem mais de 600 mil habitantes e cresce a cada ano. É preciso garantir o acesso à educação das crianças que moram na zona rural e nas periferias. As comunidades podem contar com a APLB para garantir um futuro digno para nossa juventude", disse Marlede Oliveira, coordenadora da entidade no município.

"É importante essa manifestação, pois mostra que nossos estudantes da periferia querem estudar. A comunidade se organiza e luta para garantir escolas perto de casa. Queremos que o nosso povo tenha acesso à educação pública, gratuita e de qualidade. Governo e prefeituras precisam garantir educação de tempo integral e profissional para a população", afirmou Jussara Pinho, dirigente da APLB e da CTB Bahia.

DENÚNCIAS
Segundo a APLB, a comunidade denuncia a falta de escolas próximas para atender seus filhos e alerta que o fechamento de turmas e o bloqueio de matrículas comprometem gravemente o direito à educação. A APLB cobrou o desbloqueio imediato das matrículas, especialmente do 9º ano, e questionou se a proposta do Governo para a educação pública é o fechamento de escolas e a redução da oferta educacional.
A APLB Sindicato também reforça a reivindicação da comunidade sobre a existência de um terreno localizado atrás do CRAS, que pode ser destinado à construção de uma nova escola, garantindo a ampliação do atendimento educacional e melhores condições para estudantes e trabalhadores da educação.

com informações da APLB de Feira de Santana